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Um vício chamado Kindle Unlimited

| 08 novembro 2017 | 5 comentários:
Escrevi várias colunas durante esses anos falando sobre livros físicos e digitais. Ainda não conheci um leitor sequer que tenha trocado as folhas pela tela, que prefira ler em celulares, tabletes ou computadores do que no papel. Pessoalmente, também prefiro o livro físico, e acredito que sempre vou preferir, mas devo confessar que minha opinião sobre livros digitais está mudando consideravelmente devido a um serviço de assinatura da Amazon: Kindle Unlimited.

Para quem não conhece, esse serviço é como a Netflix dos livros. Com uma assinatura mensal, você tem milhares de e-books a sua disposição. Em geral, grandes lançamentos não estão nessa plataforma, porém é possível encontrar livros de grandes editoras, não tão recentes, além de novos autores nacionais.

Agora, vamos aos motivos de estar me apaixonando por esse serviço da Amazon. Primeiramente, nunca fui de ler livros em locais em que eu não pudesse carregá-los corretamente, com segurança. Vejo várias pessoas lendo livros em pé no ônibus, por exemplo, mas eu nunca tive essa capacidade – ou coragem –, porém, segurar meu celular, mesmo em um ônibus lotado, é totalmente possível.

Tenho conhecido vários livros que eu nunca tive a oportunidade de ler em seu formato físico, obras que não me chamaram a atenção o suficiente para investir dinheiro em uma compra, mas que a um clique de distância se tornaram passíveis de uma degustação. Isso é mais do que o suficiente para se envolver com novos personagens e descobrir uma narrativa fantástica.

Claro que é possível encontrar algumas obras em que os autores, devido a facilidade para publicação, não desenvolveram o suficiente a história para que ela se tornasse atrativa, ou não tomaram o cuidado de revisar o texto. Esse é o lado negativo da plataforma. Assim como é fácil começar a ler um livro, se é perceptível logo no começo que o autor não se preocupou em entregar um livro realmente finalizado para os seus leitores, também é fácil abandoná-lo.

Apesar desse fato, minhas experiências, inclusive com novos autores, foram muito mais agradáveis do que o contrário. Não deixei de ler livros físicos, muito longe disso, continuo amando passar as páginas, carregar meus livros na bolsa e aquele cheirinho de livro novo, mas agora estou descobrindo os prazeres de ler em pé em um ônibus lotado, em um dia chuvoso, na esteira ou bicicleta na academia e diversas outras situações em que meu livro físico, infelizmente, não tem espaço. Com certeza, já virou um vício esse tal de Kindle Unlimited.
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5 anos de muitas histórias

| 01 novembro 2017 | 5 comentários:
É complicado definir se são apenas 5 anos, ou se já são 5 anos. Parece que foi ontem, ao mesmo tempo uma eternidade, que o Caminho Cultural começou a fazer parte de nossas vidas.

Amo esse cantinho virtual como se ele fosse um ser vivo. Impossível não dormir pensando em postagens e atualizações e não acordar lembrando de grandes histórias. Nenhum dos meus trabalhos remunerados me prendeu por tanto tempo, nem me trouxe tanta alegria, quanto cuidar desse mocinho que já tem 5 anos de vida.

Não é fácil, demanda tempo, esforço e dedicação, mas cada comentário, cada curtida, a expressão de cada leitor, seja de que forma for, nos dizendo que estamos fazendo algo bacana pela literatura, é o suficiente para nos impulsionar a seguir em frente.

Ler é um dos maiores prazeres que tenho na vida (se você está aqui, imagino que o seu também) e poder falar sobre livros, divulgar minhas obras favoritas, ajudar para que pelo menos uma pessoa a mais no mundo possa conhecer uma narrativa que tenha mudado a minha vida, é algo que me faz muito feliz.

No dia 3 de novembro de 2012 fizemos nossa primeira postagem. Ironicamente, essa primeira postagem foi sobre um musical que assistimos na época, e não sobre livros, não que faça diferença. Também temos outros amores divulgados aqui no Blog, por mais que literatura seja o número 1.

O Caminho Cultural é basicamente sobre aquilo que amamos. Você não vai encontrar resenhas negativas por aqui, exatamente porque simplesmente não falamos daquilo que não nos agrada particularmente. O que nós não gostamos pode encantar outra pessoa, e não queremos desestimular ninguém. Queremos que as pessoas se interessem e conheçam aquilo que tanto nos faz bem, alegra os nossos dias.

Esse cantinho está completando 5 anos em 2017. É muita emoção poder ver onde chegamos e esperamos seguir em frente por, pelo menos, mais cinco. Esse blog faz parte das nossas vidas, da nossa rotina e dos nossos corações, mas não seria nada sem nossos leitores. Vocês também são protagonistas dessa história. Muito obrigada!
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4 Anos Depois...

| 02 novembro 2016 | 21 comentários:


Parece que foi ontem que eu sugeri para minha irmã que criássemos um blog para falar sobre tudo aquilo que amamos. Passamos alguns meses vendo como isso seria possível. Pesquisando como fazer um Blog em si, qual seria a melhor plataforma, criando nosso primeiro layout e desenvolvendo postagens para finalmente colocar o Caminho Cultural no ar.

No dia 3 de novembro de 2012, o Caminho Cultural finalmente nasceu. Quem tem um Blog sabe o quanto esse começo é difícil. Nós comemorávamos cada pessoa que entrava em nossas postagens, que seguia nossas redes sociais, que deixava um comentário. Até hoje isso é mágico, na verdade.

Ver crescer algo tão importante para você, que você nunca desistiu de continuar, é sempre maravilhoso. O Caminho Cultural trouxe, e continua trazendo, cada vez mais para as nossas vidas. Quantos títulos fantásticos nós podemos conhecer por causa do Blog? Livros que talvez nós nunca tivéssemos o interesse ou oportunidade de ler. Além de pessoas maravilhosas que entraram em nossas vidas, com as mesmas paixões que a gente. Fico tão feliz e agradecida por ter o Blog, cada vez que algo assim acontece.

Não é fácil manter um Blog. Eu gosto muito de me dedicar para tentar manter um Blog ativo para os nossos leitores, e isso ocupa bastante tempo do meu dia, todos os dias. Nesses quatro anos, posso contar nos dedos quantos dias fiquei sem desenvolver nenhum tipo de conteúdo para o Caminho Cultural, talvez por isso, pela nossa dedicação e pelos nossos queridos leitores, que ele esteja vivo até hoje.

O Caminho Cultural é uma parte muito importante das nossas vidas e espero que seja, ou venha a ser, da vida de vocês também. Há quatro anos, não esperaria ter chegado tão longe, espero então que daqui a mais 4, 5, 10, 20 anos, possamos estar firmes aqui, e com vocês acompanhando a gente.

Muito obrigada por esses quatro anos, pessoal!
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Excesso de Tecnologia

| 28 setembro 2016 | 8 comentários:


É tão comum nas grandes cidades, e mesmo em lugares mais afastados, ou com menos recursos, encontrar pessoas grudadas em seu celular, navegando pela internet, conversando com amigos, que as vezes não estão tão afastados assim, o que permitiria um contato mais íntimo, além de ocupar todo o tempo das pessoas nessa atividade. Quem costuma andar de ônibus, sabe quantas pessoas passam todo o seu percurso, seja seu caminho para casa, ou para o trabalho, com os olhos grudados no celular. Por outro lado, quantas pessoas você encontra lendo um livro, mesmo que seja digital?

Estamos vivendo um momento em que as pessoas não desgrudam os olhos do telefone e não vivem muitos outros aspectos de suas vidas. A leitura, que já não era o hábito de muitos brasileiros, agora está ainda mais fora de suas vidas, enquanto o “mundo virtual” ganha destaque. Já perdi a conta de quantas vezes vi alguém com um livro aberto, na mesma página durante vários minutos, enquanto dedicava toda a sua atenção a alguma conversa virtual.

Muitas pessoas já têm suas desculpas passarem tanto tempo sem ler na ponta da língua: livros são caros, não existem bibliotecas onde eu moro, não tenho tempo para ler, e por aí vai. Agora, será que isso também não se aplicaria ao uso do celular? No próprio aparelho é possível fazer a leitura de livros em formato digital. Não nego que muitos livros digitais são tão caros, ou até com um preço superior, que os livros físicos, mas também é possível encontrar livros com preços muito acessíveis e bons títulos. Não é necessário sair de casa, nem pegar um ônibus, para ter uma obra em suas mãos e, o mesmo tempo que você usa navegar na internet, pode ser usado para um momento de leitura.

A questão é que, para muitas pessoas, um livro não desperta o mesmo sentimento de necessidade como estar presente no mundo virtual. Claro que eu não me incluo nessa lista, nem as pessoas que frequentam o Caminho Cultural, que sei muito bem serem apaixonadas por livros, mas é possível ver nas ruas a obsessão com que muitas pessoas andam com seu aparelho, sem nem ao menos enxergar mais o mundo a sua volta.

Estamos vivendo um momento em que não apenas a leitura está ameaça, mas as relações humanas em geral. As pessoas deixam de ler, de conversar umas com as outras, de fazer um simples passeio sem tecnologia, para se fecharem em seus mundos virtuais. Quantas pessoas você costuma ver no celular diariamente? E quantas lendo um livro? Será que o excesso de tecnologia afasta as pessoas umas das outras e de pequenos (grandes) prazeres, como ler? Sou a favor de que tudo em excesso faz mal, mas, não negando um pouco de hipocrisia (devo acrescentar) menos os livros. Livros não fazem mal para ninguém.
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Celebrando Autores Independentes

| 21 setembro 2016 | 8 comentários:


Nesse mês, a Amazon está fazendo diversas promoções de e-books de autores nacionais. Um ótimo incentivo para aqueles que desejam conhecer novos autores, novas histórias e uma grande oportunidade para novos escritores fazerem com que seus livros deixem o anonimato.

Fiquei muito feliz em ser convidada para participar do evento Celebrando Autores Independentes da Amazon. Quem é um novo autor, principalmente sendo um autor independente, conhece a dificuldade de fazer com que os leitores descubram e tenham interesse para conhecer a sua obra. Esse tipo de ação é inestimável para valorizar o trabalho do escritor e trazer mais leitores que disseminem essa nova história.

A literatura nacional está vivendo um momento fantástico. Com tantos novos autores surgindo todos os dias, é maravilhoso para os leitores que querem conhecer novas histórias. Em contrapartida, a concorrência para aqueles que desejam um dia serem reconhecidos pelo seu trabalho, cresce sem limites.

Ao participar de um evento como esse, nos é dada a oportunidade de alcançar mais leitores, devido a divulgação do evento em si, e pelo desconto atrativo que está sendo oferecido. Eu, como leitora, sei o quanto é difícil arriscar, comprar títulos de autores desconhecidos por um preço que você pagaria em um livro de um autor de renome, o qual provavelmente você vai amar, portanto, acredito que esse seja o momento de vários leitores conhecerem novas obras, sem precisar ir à falência por isso.

A Amazon, com certeza, abre portas para novos autores. Sua plataforma nos oferece a oportunidade de distribuir nossas histórias com qualidade e segurança, e ainda promove eventos que garantem a visibilidade e reconhecimento de muitos trabalhos nacionais.

Panlásia está disponível até o final do mês de outubro por um preço promocional. Aproveite essa oportunidade para conhecer uma nova história.

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Um Bom Motivo Para ir à Bienal

| 31 agosto 2016 | 6 comentários:
Por qual motivo você vai a Bienal do Livro? O nome do evento já diz tudo. Quem ama livros, não precisa de outro motivo, a não ser os livros. Tem algo mais gratificante do que estar em meio a tantas obras fantásticas, conhecer novos títulos, ver estandes de editoras que amamos e várias outras coisas geniais que só acontecem em uma bienal do livro?

Na última Bienal, fiquei muito feliz por ter vários autores internacionais que eu queria muito ver. Não estou desmerecendo os nossos autores, muito pelo contrário, eu sou apaixonada pela literatura nacional e pelos grandes nomes que eu tenho a oportunidade de conhecer a cada dia. A questão é que é bem mais fácil encontrar com autores nacionais em outras oportunidades, em outros eventos, em seus próprios lançamentos, o que não acontece com autores estrangeiros. Muitas vezes, a bienal é a única oportunidade de encontrarmos autores internacionais que escreveram histórias que amamos.

Esse ano, não tem nenhum autor internacional que eu queira realmente ver. Não estou julgando os autores presentes esse ano na Bienal de São Paulo, apenas realmente não conheço suas obras, então, não tenho como ser fã de algum deles, mas espero logo conhecer os seus livros, pois vi muitas pessoas esperando ansiosamente nas filas pelo momento de finalmente vê-los.

É bem diferente ir a bienal apenas para visitar os estandes, e não correr enlouquecidamente atrás de seus autores favoritos. Como esse ano as senhas para autógrafos foram distribuídas pela internet, isso não aconteceria de qualquer maneira, porém, foi um pouco mais calma minha visita, com menos filas e mais tempo de encontrar boas promoções, que acrescentaram um número considerável de exemplares à minha estante.

Todo leitor assíduo ama entrar em uma livraria, mesmo que seja apenas para sentir aquele cheirinho fantástico de livros. Partindo desse princípio, é ótimo quando também temos outras razões, mas, para visitar a Bienal do Livro, só é preciso que o ator principal desse grande evento esteja presente, e ele está em todos os estandes, passando na nossa frente nos deixando com vontade de levar cada um deles para casa.

Quem é verdadeiramente apaixonado por livros não ficará de fora desse grande evento. Boas promoções podem ser encontradas se você procurar com carinho e novos títulos estarão à sua espera para serem descobertos.
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O final de uma série. O início de uma lenda

| 24 agosto 2016 | 2 comentários:
Nós, como bons leitores, estamos sempre lendo. Encontramos pelo caminho livros que não fazem muito o nosso estilo e aqueles que nos fazem passar algumas horas, ou dias, de diversão. Em geral, é simples encontrar livros que nós curtimos, achamos legais, interessantes, mas que não tem aquele toque a mais, aquela genialidade de poucos que tem a capacidade de mudarem as nossas vidas.

Poucos autores tem a habilidade de escrever algo realmente único, criar algo tão surreal que nos impacta de uma maneira irreversível. Tendo acabado de terminar de ler a trilogia “Red Rising”, já posso colocar, com toda a certeza, Pierce Brown na lista de autores que mudaram a minha vida.

Tenho certeza que você, como leitor assíduo, pode contar nos dedos os livros que te seguraram durante a madrugada, porque você não conseguia parar de ler. Terminar um livro de 630 páginas em poucos dias, isso é, tendo que parar para trabalhar no meio desse caminho, é algo que só é possível quando aquela narrativa e os personagens tocam o seu coração, entram na sua vida, não saem da sua mente, e todo o resto fica cinza enquanto o final não chega. E é só nesse momento que você finalmente consegue fechar aquelas páginas.

Não vou citar títulos, porque minha intenção não é criar discussões, ou um ranking que cada um pode criar por sua própria opinião, mas “Red Rising” passou na frente de séries que eu realmente amo e admiro no meu top 10 de livros que mudaram a minha vida.

Só quando um autor te leva as lágrimas no final de um livro, não por ser um final exatamente triste, mas pela emoção que você está sentindo em ter concluído algo tão épico, pela sensação da perda por saber que não terá mais nada de novo daquele universo, que você pode concluir o quão especial foi aquela jornada.

Digo com todas as letras, hoje, o quanto amo e admiro essa série e o autor que me fez ver Marte e o universo com outros olhos. Quando amamos muito um livro, queremos que o mundo inteiro conheça aquela história, e é exatamente isso o que eu mais desejo nesse momento. Se você está lendo esse texto, e ainda não deu uma chance para “Fúria Vermelha”, “Filho Dourado” e “Estrela da Manhã”, mal pode começar a imaginar a grande jornada que está a sua frente, você só precisa abrir essas páginas e se deixar levar por um mundo completamente novo.

Gostaria de não ter lido, apenas para ter novamente a emoção de conhecer essa série pela primeira vez. Com a trilogia “Red Rising”, Pierce Brown entrou para a categoria dos autores de quem eu leria até a lista de supermercado. Imagino o quanto é criativa a mente de alguém que escreveu algo que, eu tenho certeza, irá se tornar uma lenda. 
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Se você quer ser um mestre Pokémon...

| 10 agosto 2016 | 6 comentários:
... ser de todos o melhor, vamos lá!

Depois do dia 31 de julho, parece que o Brasil não é mais o mesmo... Tudo bem, isso pode até ser um pouco de exagero, mas, que as pessoas estão muito envolvidas no lema “Temos que pegar”, é inquestionável.

“Pokémon” é uma das obsessões da minha infância, e da de muitos de nossos leitores, tenho certeza. Todas as manhãs, eu ficava grudada na frente da televisão para acompanhar as aventuras de Ash e da criatura mais fofa de todos os tempos, Pikachu.

Quantas pessoas não passaram por isso? Quantas pessoas, hoje adultos, trabalhadores, responsáveis (ou não), não sonharam em também se tornarem um mestre Pokémon e viverem todas aquelas incríveis aventuras?

Não é de se estranhar que, quando a oportunidade surge, ou o mais perto do que nós, meros mortais, poderíamos chegar dela, viraria essa febre.

Mesmo que seja apenas no celular, que você não possa realmente segurar uma Pokébola e sair em uma jornada capturando Pokémons, a emoção é bem parecida com aquela da nossa infância, com a diferença que ela não acaba ao fim do episódio.

Pokémon foi um dos animes de maior sucesso durante seus anos de exibição na TV aberta. Se Pikachu conquistou corações com sua rebeldia para com o seu treinador, agora ele é o Pokémon mais disputado e desejado em todas as ruas.

Não é de se espantar tantos casos bizarros envolvendo esse jogo, afinal de contas: “Para chegar ao topo do mundo, para um grande mestre ser, tem que arriscar e aproveitar as lições que você aprender... Nós vivemos num mundo Pokémon, Pokémon”.
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O Mundo para os Fãs de Harry Potter

| 03 agosto 2016 | 4 comentários:
Quem aqui é fã dessa série mágica criada pela fantástica J.K. Rowling? Quantos lugares você gostaria de conhecer por causa do seu amor por esses livros/filmes? É quase impossível de listar todos, não é mesmo? Mas acredito que, os lugares citados abaixo, estão na lista de todos os fãs, na lista, nos sonhos e nos pensamentos a cada momento.


Warner Bros. Studio Tour London - The Making of Harry Potter

Por mais de dez anos, os estúdios de Leavesden foram à casa da série “Harry Potter”. Ali estão presentes todos os sets e artefatos usados nas gravações dos oito filmes. Agora, esse local está aberto ao público, para que os fãs possam visitar todos os tesouros desse universo mágico.






















The Wizarding World of Harry Potter

Quem não gosta de um parque temático? Quem não sonha em visitar os parques de Orlando? Quem não pirou quando a universal anunciou que abriria uma área dedicada a série “Harry Potter”? Aqui você poderá visitar o Beco Diagonal, Hogsmead e até Hogwarts em atrações incríveis.






















Harry Potter: The Exhibition 

A exposição mais mágica que qualquer um de nós vai visitar em nossas vidas. Com peças originais dos filmes, “Harry Potter: The Exhibition” encanta bruxos e trouxas. Você terá até a oportunidade de sentar na cadeira do Hagrid. Incrível!






















Estação King's Cross

Quem não gostaria de conhecer a estação na qual Harry embarca para Hogwarts? Mesmo que só seja possível visitar o lado trouxa da estação, é imperdível.





Qual desses lugares é o seu maior sonho visitar?
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Livros: Para que tê-los?

| 27 julho 2016 | 4 comentários:
Quantos livros você tem na sua estante? Com qual frequência você lê novamente algum livro? Qual a importância de ter em casa um livro (ou vários) que provavelmente você nunca mais vai ler?

Não é um pouco louco pensar nessas questões? Para nós, que somos apaixonados por livros, que dificilmente conseguimos nos desapegar de algum deles, é quase um pecado pensar em ler um livro e deixá-lo continuar a sua jornada.

Não é uma coisa tão absurda, racionalmente falando, ler um livro e, em seguida, fazer uma doação ou dar de presente para que outra pessoa também possa ler. Tenho vários livros em minha casa (realmente uma montanha deles), e tenho certeza que cada um de vocês também, que eu li apenas uma vez e, apesar de ter gostado, não foi tanto a ponto de que eu volte a lê-los um dia, principalmente com o tamanho da lista de livros novos que sempre temos/desejamos ter para ler.

Nesse caso, por que não desapegar desses títulos? Por que manter um apego tão grande pela posse de algo que só está servindo para ocupar espaço? Se eu for realmente contar os livros que eu pretendo (ou pelo menos gostaria) de ler novamente um dia, de todos os que eu possuo atualmente, acredito que sobraria menos que a metade dos meus livros.

Mas todos sabemos que isso é pensar apenas racionalmente. Realmente a lógica diz que, se você não tem mais espaço e não vai mais ler aquele livro, o ideal é passar para frente, é deixar que outras pessoas leiam e liberar espaço para os novos títulos de nossas intermináveis listas, mas quem disse que o coração deixa que isso aconteça?

Não sei vocês, mas me parte o coração pensar em deixar qualquer um dos meus queridinhos irem embora. Não vou dizer que nunca doei ou presenteei alguém com algum de meus livros, mas realmente eram aqueles que absolutamente não chamaram minha atenção, que eu demorei séculos para ler por não gostar nem um pouco da história. Os demais, que são muitos, continuam aqui guardadinhos, muitas vezes apenas guardando poeira, mas não consigo ser muito racional quanto a isso.

Então, como responder à pergunta título dessa coluna? Para aqueles que são desapegados, que conseguem ler e passar adiante, é bem simples. A resposta será que não existe a menor necessidade de tê-los. Para os demais (como eu), continuaremos sem resposta, ou pelos menos sem uma resposta racional, que justifique o amor que temos por aquelas folhas cheias de letrinhas que nos impedem de abrir espaço em nossas estantes já superlotadas, mas onde sempre cabe mais um (ou pelo menos sempre tentamos fazer caber).  
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Paixão Não Tem Idade

| 20 julho 2016 | 4 comentários:
Depois de dois finais de semanas fantásticos em meio a animes e cosplayers, vivendo momentos de muita paixão berrando minhas músicas favoritas (mesmo que japonês não seja o meu forte) e relembrando todos os bons momentos que eu já vivi nesse universo, posso mais do que nunca dizer: Paixão não tem idade.

No último domingo, chegou ao fim a edição de 2016 do Anime Friends. Ainda existe muito preconceito, hoje em dia, com pessoas que assistem animações, é muito comum no ocidente desenhos serem vistos como algo infantil, porém, é só visitar um evento como esse para perceber que, entre todos os apaixonados, os adultos são a maioria.

Outra coisa que eu achei fantástica na edição desse ano foi a quantidade de crianças, crianças realmente pequenas, alguns bebês de colo, já embarcando nesse universo devido a paixão dos pais. Foi o momento mais fofo do evento ver crianças já com seus cosplays e, em alguns casos, combinando com os dos pais. É o amor por algo fantástico sendo passado de pai para filho.

O concurso de cosplay desse ano foi especial exatamente por exaltar que não existe idade para gostar de algo e mostrar isso ao mundo. Desde bebês, dormindo no colo das mães, até senhorinhas, com seus cabelinhos totalmente brancos, participaram da festa, se divertindo e pouco se importando com o julgamento de outras pessoas. E elas estão mais do que certas.

Foram dois finais de semanas mágicos. Me sinto em casa nesse tipo de evento, e tenho certeza que, quando também estiver com meus cabelinhos brancos, vou continuar participando e me divertindo tanto quanto atualmente.

Acredito que pessoas que tem tempo para ficar julgando os hobbies alheios, talvez seja porque elas não têm nenhuma paixão em suas vidas que ocupe o seu tempo livre e isso é muito triste. Paixão não tem idade e eu vou sempre fazer o que me faz feliz, afinal de contas é para isso que estamos aqui.
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Todos os nossos Potters

| 18 maio 2016 | 6 comentários:
Acredito que muitos de nossos leitores sejam como nós, a geração que começou a ler, que se apaixonou por esse universo fantástico da literatura, após conhecer a série Harry Potter. Uma série tão querida, tão amada, que não para de nos surpreender e lançar novas versões a todo momento.

É impossível não querer cada edição especial lançada, não se encantar com um box ou uma capa comemorativa. Que lance o primeiro feitiço o fã que não tem pelo menos um título repetido, seja com uma capa diferente ou em outro idioma.



Tenho certeza que, muitos fãs, só não tem mais versões dessa série genial em casa, e eu me incluo nessa lista, por falta de condições para adquirir todos os exemplares existentes, porque vontade e amor não faltam.



Já está em pré-venda uma das edições mais aguardadas de todos os tempos. A Editora Rocco vai lançar em português a versão ilustrada de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de folhear a versão importada, mas o livro é de fazer qualquer fã chorar de desespero para levar mais aquele filho para casa.



Apesar do preço bem elevado, alguém duvida que esse livro também será um sucesso de vendas? Impossível não desejar ter essa obra prima na estante. Obra prima pelo texto fantástico que nós já conhecemos, e pelas ilustrações incríveis que darão um toque especial, que farão com que o livro alcance um novo nível de magia.




Essa história é realmente mágica. Fazer alguém comprar vários livros com o mesmo conteúdo, apenas para ter o prazer de admirá-los a cada dia. Antes que eu pense que somos muito loucos, é melhor realmente chamar isso de magia... Mas, se for loucura, quem se importa? #Always <3 
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O Questionável Felizes Para Sempre

| 04 maio 2016 | 2 comentários:
Nós geralmente assistimos a um filme, ou lemos um livro, esperando um final satisfatório. Um final feliz, onde os mocinhos terminam em grande estilo e os vilões se ferram de todas as maneiras possíveis. Porém, essa é a única forma de termos um final satisfatório?

Hoje, eu estava no cinema vendo um filme e não estava conseguindo me interessar tanto assim por aquela história que estava sendo passada. Um filme talvez um pouco arrastado, com a protagonista sofrendo terrivelmente e a sua situação só piorando. Quando eu achei que o filme estivesse terminando, que ela tivesse finalmente encontrado o seu final feliz, uma tragédia acontece e sua situação, que já era péssima, fica a ponto de alguém cortar os pulsos de tanto desespero.

Nessa hora eu pensei, “ok, nada de finais felizes, acho que não vou gostar do filme”, mas não foi exatamente o que aconteceu. O final feliz eu estou esperando até agora, mas, mesmo assim, gostei bastante de como a narrativa foi concluída. A protagonista pode não ter terminado o filme como talvez merecesse, mas respondeu à altura tudo o que ela sofreu durante a sua vida.

Foi nesse ponto que eu pensei o quanto finais felizes podem ser questionáveis. Uma conclusão realmente perfeita talvez não precise carregar um “felizes para sempre” na bagagem. Se tivéssemos tido um final fofo, nesse caso, talvez não fosse tão satisfatório quanto o modo como a personagem principal agiu para que todos pagassem pelo o que eles fizeram com ela no passado e atualmente.

Outra história que se enquadra nessa categoria é “Jogos Vorazes”. Um final realmente feliz não seria aceitável depois de tudo o que a protagonista passou. Aquele sentimento de perda, de que nada será como antes, finalizou a história de forma muito mais plausível.

Dessa forma, talvez o “felizes para sempre” seja algo completamente questionável. Ele simplesmente não se encaixa em qualquer história e não vai nos deixar automaticamente satisfeitos, só se realmente aquilo finalizar a história de forma que não entre em contradição com tudo o que nos foi apresentado antes.

Amo histórias com finais felizes, mas também acredito que um bom final, marcante, poderoso, mesmo que com sentimentos não tão positivos, pode funcionar muito bem.
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Em busca da originalidade

| 27 abril 2016 | Nenhum comentário:
Todos somos leitores ávidos, pessoas que gostariam de passar a vida lendo, se fosse possível ganhar dinheiro com isso. Quanto mais nós lemos, quanto mais oportunidades de conhecer novos autores, mais complicado é encontrar uma história realmente nova, realmente original. Eu diria que essa é uma missão quase impossível.

Quando lemos um livro Young Adult/New Adult, por exemplo, é comum encontrar mocinhas com a mesma personalidade (não se acham bonitas, mas são, não ligam para a aparência, nem para dinheiro), mocinhos com uma aparência já reconhecível (lindos, musculosos, geralmente tatuados), melhores amigas que acham que a mocinha deve se jogar no mundo, se maquiar, colocar roupas mais sensuais e usas saltos altos para atrair ainda mais o protagonista (não que isso seja necessário), mas esse papel também pode ser ocupado pelo melhor amigo gay, que também vai querer que a protagonista de jogue em uma grande oportunidade de romance que surgir em sua vida. 

Não que eu não me sinta atraída por uma história que tenha todos os itens acima. Geralmente essa é uma estrutura que funciona bem. Para quem gosta do gênero, sempre é uma boa pedida, porém, é impossível não parar para pensar o quanto essas histórias têm em comum, o quanto é realmente complicado encontrar algo com uma narrativa original.

Claro que o gênero citado é apenas um exemplo, em todos os gêneros literários, pelos menos os que eu leio com mais frequência, isso tem acontecido constantemente. Talvez, fantasia seja um gênero que fuja um pouco disso, exatamente por extrapolar o nosso mundo a ponto de nós podermos encontrar absolutamente qualquer coisa em meio àquelas páginas, onde apenas a imaginação é o limite. 

Agora, qual o segredo para alguém escrever um livro de um gênero especifico e encontrar aquela linha tênue entre manter o que nós amamos e apresentar algo realmente novo para o leitor?

Acho que a resposta para essa pergunta é exatamente o que nos faz ler um livro e terminar, tendo tido alguns momentos de diversão, mas sem que aquilo se torne algo marcante, ou terminar sem ter acreditado que a narrativa terminou, sem conseguir abandonar aqueles personagens, já separando um lugar muito especial na estante para aquele livro único. 

Para você, qual é esse segredo? 
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Séries: Desistindo no Primeiro Livro

| 20 abril 2016 | Nenhum comentário:
Eu sou apaixonada por séries. Quando encontro uma história que eu gosto muito, acabo querendo ter sempre algo novo sobre aqueles personagens e aquele universo fantástico. Alguns autores conseguem manter a qualidade de uma série em uma quantidade incrível de livros. Outros autores acabam “perdendo a mão”, fazendo com que os últimos livros não sejam tão bons quanto os primeiros. Porém, o que acontece quando começamos a ler uma série e não fazemos questão de ir além do primeiro livro?

Quem nunca quis muito ler uma série e esperou todos os livros saírem para finalmente conhecer aquela história? Eu já fiz isso várias vezes, o que é maravilhoso. Você não tem que ficar meses ou anos esperando pela continuação, mas, nem sempre essa é uma boa escolha.

Acho que estou em uma fase de ler o primeiro livro de uma série e realmente não me interessar o suficiente para ler o segundo. Muitas vezes a história nem é ruim, porém, o autor não conseguiu prender minha atenção o suficiente para que eu comprasse o próximo livro, ou simplesmente o tirasse da estante, quando a série toda já foi comprada acreditando que aquela história seria arrebatadora.

Então, o que faz o primeiro livro de uma série realmente nos conquistar, realmente nos fazer querer continuar naquele mundo? Ou, o que nos faz não querer continuar uma série, mesmo estando ao nosso alcance, mesmo a história não sendo ruim?

É bem difícil que eu ache um livro realmente ruim. Em geral, sempre consigo encontrar algo interessante ou positivo naquilo que eu estou lendo. A não ser que seja um tema que realmente não me agrade, é bem difícil que eu termine um livro detestando aquela história, principalmente porque sempre seleciono muito bem as minhas leituras, mas nem sempre o livro me marca, sabe daqueles que mudam a nossa vida? Ele simplesmente se torna mais um livro que eu tive a oportunidade de ler, mas não me deixa realmente empolgada pelo próximo, como algumas séries conseguem fazer, daquelas que nós devoramos em alguns dias.

Escrevi essa coluna exatamente por ter lido três livros recentemente, todos o primeiro livro de uma série pela qual eu achei que fosse me apaixonar perdidamente, mas que fechei a última página, mesmo sem a narrativa estar concluída, exatamente por ser uma série, e não senti aquela agonia pelo próximo volume, muito pelo contrário.

O que será que falta em séries que nós não temos a necessidade de passar do primeiro livro? Serão os personagens, a ambientação ou as pontas soltas deixadas na história não são tão instigantes que nos façam desejar mais do que tudo no mundo aquela sequência? Não sei a resposta para essa pergunta e talvez um dia eu leia essas continuações, mas, por enquanto, creio que vou me aventurar por histórias que me deixem mais animada esperando os seus desfechos.
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Shadowhunters: Considerações sobre a primeira temporada

| 13 abril 2016 | 2 comentários:
Na última semana foi ao ar o último episódio da primeira temporada da série Shadowhunters. Como qualquer fã da saga escrita por Cassandra Clare, nós sempre esperamos algo fiel aos livros em uma adaptação, porém, séries não são conhecidas por se manterem fieis as obras originais, então fiquei muito mais satisfeita do que eu esperava a princípio com essa adaptação.

Por mais que tenham tido mudanças, que a cronologia dos fatos esteja completamente alterada, os fatos importantes e os personagens principais estão presentes, e foram colocados na série como algo bem próximo ao que lemos nos livros.

A primeira temporada não ficou restrita aos fatos ocorridos em "Cidade dos Ossos". Temos vários momentos de "Cidade das Cinzas" e, se formos analisar algumas cenas, ou personagens apresentados, percebemos que os roteiristas usaram fatos dos 6 livros da série "Os Instrumentos Mortais" e até alguns de "As Peças Infernais", o que eu achei realmente fantástico. Quem não pirou com a aparição relâmpago, mas impactante, da Tessa? Mesmo que seja apenas uma foto, como não vibrar com o aparecimento de alguém tão especial?

A caracterização, e a interpretação dos personagens, foi algo que realmente me agradou muito. Não tem um personagem que eu realmente não tenha gostado, que seja completamente diferente do que nos foi apresentado nos livros. Claro que Jace e Magnus dominaram a minha atenção em todos os momentos, mas não posso deixar de citar, por exemplo, uma personagem como a Isabelle, que no filme não tinha a mesma personalidade do livro e na série ficou muito mais próxima do que nós imaginamos ao entrarmos em contato com a narrativa pela primeira vez, através dos livros.

Acredito que em uma avaliação geral, o resultado da série foi muito mais positivo do que negativo. O melhor de tudo, é que teremos uma segunda temporada, e, pelo o que já tivemos a oportunidade de observar, os produtores se interessam muito pela opinião dos fãs, então poderemos esperar uma série ainda melhor pela frente.

E você, o que achou da primeira temporada de Shadowhunters? 
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A nova Era dos Animes – Sentimentos em Destaque

| 30 março 2016 | Nenhum comentário:
Acho que quem realmente curte animes, gosta de assistir e acompanhar histórias de todos os gêneros. Eu, particularmente, assisto animes desde antes de conhecer termos como shoujo ou shonen.

Animes shoujo, geralmente meus favoritos, são aqueles que falam mais de sentimentos, o enredo da história geralmente é centrado em relacionamentos e tem temas menos violentos. Esses são considerados histórias para meninas. Animes shonen, teoricamente voltados para meninos, são aqueles com muitas lutas, quase não tem nenhum romance ou expressam sentimos, mas parece que esse quadro está mudando, e é exatamente disso que eu quero falar nessa coluna.

Sempre assisti animes shonen. Gostava das histórias, de como a narrativa fluía, mas sempre senti falta de algo a mais. Tinha que deixar os casais que eu “shipava”, as cenas românticas, que eu desejava que acontecesse, apenas na minha mente, pois, nesses animes não havia a mínima chance que isso acontecesse. Até agora.

Estou quase pirando de tanta felicidade assistindo “Dragon Ball Super”. Parece que eu consigo ver na tela meus sonhos se tornando realidade. “Dragon Ball” sempre foi um anime 100% shonen. Nada de romance, sentimentos, apenas lutas e mais lutas. Sempre gostei da história, mas também sempre senti falta de algo a mais. Esse momento terminou. Temos abraços, beijos (mesmo que sejam no rosto), ciúmes e outras cenas que me fazem suspirar na frente do computador e voltar a cena umas 500 vezes, e não me canso e rever.

“Naruto” é outro anime pelo qual eu sou apaixonada, e que sempre também privilegiou mais a ação do que os sentimentos dos personagens, transformando as poucas cenas apresentadas em nada mais que momentos engraçados. Assistir ao filme “Naruto: The Last” é ter coraçõezinhos pulando de seus olhos durante todo o filme. O que dizer de uma história que existe apenas para juntar dois personagens? Eu nunca teria esperado um filme tão romântico. Quase não me segurei na cadeira do cinema.

Outro anime que está entre os meus favoritos é “Bleach”. Nesse caso, apesar de também ser um anime shonen, não temos muitas cenas românticas, mas os sentimentos e emoções dos personagens sempre tiveram um destaque especial em toda a trama. Vai ver que é por isso que essa história tem um lugar tão especial no meu coração.

Não posso negar que estou amando completamente essa nova fase dos animes shonen. Sempre gostei de suas histórias, mas tinha que apelar para outros meios, como fanfics, por exemplo, para ver meus personagens favoritos em momentos mais românticos, mas talvez isso não seja mais necessário. Amo animes, amo ação e batalhas, mas sempre esperei um pouquinho de romance de vez em quando. Pelo visto, minhas preces estão começando a serem atendidas.
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O bem versus o bem

| 23 março 2016 | 2 comentários:
Essa semana estreia nos cinemas o filme “Batman vs Superman”. Acho que todos estão muito ansiosos para conferir esse super lançamento. Eu estou contando as horas para assistir. Outro filme muito aguardado, que estreia no próximo mês, é “Capitão América: Guerra Civil”, onde dois personagens que nós amamos, O próximo Capitão América e o Homem de Ferro, estarão em lados opostos. O que esses filmes têm em comum?

Até hoje, o normal era termos vilões e mocinhos muito bem definidos. Por mais que muitos nos surpreendessem em determinado momento, mudando de lado, ou algo do tipo, nós sempre tivemos em uma história os mocinhos para torcer e os vilões para odiar, mas parece que esse tipo de premissa está mudando, e tudo ficará mais complicado para quem está assistindo.

Dois filmes muito aguardados e que tem algo em comum. Mocinhos lutando contra mocinhos. É muito fácil ver um filme do Homem de Aço e torcer para que sua super força vença os seus inimigos, e que ninguém descubra sua maior fraqueza. Um filme do Homem Morcego sempre é emocionante, sua genialidade, força e desejo de vingança, por mais que por meios não muito legais, mas sempre são usados da forma correta. Agora, como ver esses personagens lutando um contra o outro? De que lado nós, meros expectadores, iremos ficar?

Como não amar o Capitão América? Todo o seu charme e carisma? Um homem corajoso em qualquer época, que sempre coloca os outros à frente de si mesmo. O que dizer então de Tony Stark? O herói mais fantástico, engraçado, divertido e interessante que eu já vi nos cinemas. Como podemos ver um filme em que eles estão em lados opostos, sem sofrer com isso?

Talvez essa seja uma nova aposta dos estúdios, eliminar aos poucos os vilões e nos enlouquecer no processo. Não deixa de ser muito interessante não dar de mão beijada aos espectadores o que eles devem sentir, para quem eles devem torcer. Deixar as pessoas imensamente divididas entre personagens que elas já aprenderam há tanto tempo a amar, e que sempre lutaram lado a lado em outras oportunidades e nos nossos pensamentos.

De qualquer forma, estou muito ansiosa para ver ambos os filmes. Ainda não sei como vou me sentir ou para quem vou torcer, mas espero que essa seja uma grande experiência. Todos vamos acabar torcendo para alguém no processo, mas, no fim, espero que o bem prevaleça, de ambos os lados, e que muitos outros filmes dessas séries fantásticas estejam a caminho.
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Desejando um Filme Diferente do Livro – Parte 2

| 16 março 2016 | Nenhum comentário:
Atenção: Essa coluna tem spoilers do final de “Convergente” (livro e filme). Se você ainda não leu o livro e não viu o filme, e não quer saber de nenhum detalhe sobre o final, aconselhamos que não leia o texto a seguir.

Se você conferiu a nossa Coluna da última semana, sabe o quanto eu estava ansiosa para assistir “A Série Divergente: Convergente” nos cinemas e o quanto eu queria que esse filme fosse diferente do livro.

Depois de assistir “Insurgente”, que é um filme nada fiel ao livro, eu tinha muitas esperanças de encontrar um filme que realmente me agradasse, e não poderia ter saído do cinema mais feliz.

No livro “Convergente”, eu fiquei realmente muito decepcionada com as cenas narradas pelo Tobias. A autora conseguiu destruir muito do que nos fazia amar aquele personagem. Aquele homem forte, decidido, que parecia poder fazer qualquer coisa, chega a ser quase alguém enlouquecido pelo seu passado. O quanto ele sofre e remói a cada dia tudo o que aconteceu não remete ao personagem que nós conhecemos nos dois primeiros livros. Foi um alívio encontrar no filme o mesmo personagem apaixonante, interpretado por Theo James. Em momento algum ele mudou a sua personalidade ou perdeu a sua força. Esse foi o primeiro ponto alto do filme.

Por mais que as explicações sobre pessoas geneticamente puras e geneticamente danificadas sejam muito interessantes, elas se estendem por tempo demais no livro. Enquanto nos dois primeiros temos muito mais ação, o terceiro se concentra muito mais em fazer o leitor entender o motivo de todo aquele experimento. O filme explicou o que era absolutamente necessário e partiu logo para a ação, o que, para nos prender diante da tela, foi essencial.

Apesar dos itens anteriores, o fato que mais me marcou, decepcionou e me deixou chateada com o fim do livro foi a forma sem importância e desnecessária que a protagonista morreu. Não posso negar que dei um pulo da cadeira de felicidade quando o filme terminou e ela estava viva. Não que ela ainda não possa morrer no próximo, mas eu acredito que no filme ela terá uma morte realmente digna da personagem, épica e será realmente com um propósito.

Com todos os acontecimentos narrados no livro, a morte dela foi completamente em vão, agora, se eles souberem realmente construir um roteiro para “Ascendente”, onde ela se sacrifique para que os habitantes de Chicago possam realmente deixarem de ser experimentos, não estarem mais à mercê de ninguém, poderem viver como qualquer outra pessoa, nesse caso, eu vou aplaudir o filme de pé, mesmo que a Tris morra no final.

Estou apaixonada pelo filme “Convergente” e muito animada para ver o próximo. Essa foi a primeira vez que eu desejei um filme diferente do livro. Primeira vez que eu amei um filme que não foi fiel ao livro. Mas, para tudo tem uma primeira vez. Exatamente como será a história do último livro, algo completamente inédito. Um final merecido para algo que, na minha opinião, realmente não tinha chegado ao fim.
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Desejando um Filme Diferente do Livro

| 09 março 2016 | Nenhum comentário:
Atenção: Essa coluna tem spoilers do final de “Convergente”. Se você ainda não leu o livro, e não quer saber de nenhum detalhe sobre o final, aconselhamos que não leia o texto a seguir.

Tudo o que um leitor sempre quer é ver uma adaptação perfeita nos cinemas. Isso significa cada página possível perfeitamente estampada na telona. Agora, o que acontece quando você está prestes a assistir à adaptação do último livro de uma série que você ama, mas não gostou exatamente do que acontece no final?

Na época do lançamento de “Convergente” eu escrevi uma coluna sobre o que eu achei sobre a morte da Tris no fim do livro (Clique aqui para ler a nossa coluna). Não consigo até hoje me conformar com a forma como ela morreu. Acho que a questão não é matar ou não a protagonista, mas a forma como algo pode acontecer, e é isso exatamente que me dá esperanças e me deixa ansiosa para ver o filme.

Sabemos que o último filme, “Insurgente”, pegou a ideia geral de para onde a história deveria seguir, mas mudou todo o resto. Muitos gostaram, outros odiaram, mas essa falta de fidelidade me deixa esperançosa de que o final do filme me faça sair do cinema mais satisfeita do que quando li o livro.

Claro que eu ficaria muito feliz se eles não matassem a protagonista, mas já vou ficar bem satisfeita se sua morte for digna da Tris que nós conhecemos e aprendemos a amar nos dois primeiros livros. Muito do que aparece nos trailers nos leva a crer que grande parte do livro já está presente em “Convergente”, então, será que a protagonista ficará viva? Qual será a história contada no último filme, “Ascendente”?

Muitas perguntas que começarão a serem respondidas a partir de amanhã, quando o filme estreia nos cinemas de todo o Brasil. Estou muito ansiosa para ver, acompanhar tudo o que acontece com o Quatro sem ter que acompanhar a sua versão completamente diferente de tudo o que nós conhecíamos, quando ele narra os capítulos.

Gosto muito da dessa série, acho que a autora foi genial, mas o último livro não me agradou em alguns aspectos que eu realmente acho que não estarão presentes no cinema.

Estou realmente ansiosa para ver o filme e suas mudanças. Pela primeira vez na vida eu me sinto assim.
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