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Quase compatíveis

| 18 maio 2026 | Nenhum comentário:


Autora: Anna García
Editora: Galuba
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SINOPSE: Elliott e Rachel não são compatíveis porque têm origens muito diferentes.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque moram em lados opostos da cidade.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque têm empregos muito diferentes.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque seus amigos não têm nada em comum.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque seus hobbies não têm nada a ver um com o outro.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque possuem prioridades diferentes na vida.

Elliott e Rachel não são compatíveis e jamais se cruzariam, mas…

Elliott e Rachel são compatíveis porque seus amigos intrometidos decidiram que são.

Elliott e Rachel são compatíveis porque, às vezes, 49% de compatibilidade é o suficiente.

Elliott e Rachel são… Quase Compatíveis.

*** 

Bora falar sobre um livro bem fofinho? Um pouco clichê, mas nada que a gente não ame, certo? 💖

Confesso que vejo propagandas desse livro há um bom tempo, mas nunca me interessei pela sinopse ou pela capa para começar a ler, até que eu vi uma postagem no Instagram da editora com um trecho do livro.

Nesse trecho, a protagonista estava indo a um encontro com um completo estranho que ela conheceu em um site de relacionamentos. Ao chegar no local do encontro, aquele estranho (por mais delicioso que ele fosse) não fazia ideia de quem era ela, nunca tinha entrado no site em questão, e, para ficar ainda pior, a confundiu com uma mulher de trabalho bem questionável 😂😂😂.

Não nego, esse trecho me pegou de jeito e eu tive que começar a leitura imediatamente (mais uma vez, amo o Kindle Unlimited!!!).

Rachel, nossa protagonista, após ser traída pelo noivo, é convencida pela melhor amiga a se cadastrar em um site de relacionamentos. Após escolher somente homens com um perfil muito compatível com o dela que terminaram em encontros desastrosos, Rachel aceita se encontrar com Elliott, que é só 49% compatível com ela. 

Como dizem... os opostos (ou os apenas 49% compatíveis) se atraem...

Mas, no meio dessa busca de Rachel pelo seu grande amor, temos Elliott e seu passado que o assombra. 

Elliott foi um jovem irresponsável, que bebia e se drogava, mesmo tendo um filho pequeno. Em uma dessas noites de loucura, ele sofre um acidente em que a sua namorada (e mãe do bebê), infelizmente, não resiste. 

Após passar dois anos preso pela morte da mãe do seu filho, a única coisa em que Elliott pensa é trabalhar para guardar todo o dinheiro possível e, quem sabe, um dia poder voltar a conviver com a criança, que agora vive com os seus ex-sogros, que o culpam pela morte da filha.

Como ele também se culpa, é claro que esse sentimento vai atrapalhar sua relação com Rachel. Aqui entramos naquela parte clichê de um homem com um segredo do passado, que não consegue se abrir para o seu grande amor (com medo de perdê-la) e acaba estragando a sua relação por conta dos seus medos e traumas. E olha que nesse livro ele consegue estragar essa relação muitas e muitas e muitas vezes 😅.

Mas isso não tira o brilho da história. Elliott e Rachel são fofos juntos. Ela é muito entregue a esse relacionamento (algo que eu realmente amei), e ele ama muito profundamente, apesar do passado que o assombra constantemente.

E, para quem gosta de livros com crianças, temos um deleite chamado Holden. Que fofura! Me apaixonei desde a primeira fala. Tão meigo, mas também tão maduro, que é impossível não torcer para que aqueles três possam se juntar e ter o tão esperado final feliz.

Quase compatíveis é perfeito para amantes de mocinhos com grandes marcas no passado, protagonistas que procuram pelo seu amor (recorrendo até a sites de encontros, com resultados desastrosos) e crianças para se apaixonar! Um livro para ler rapidinho e se encantar!

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Arrebatada pelos Deuses – O despertar da Valquíria: Livro 1

| 13 setembro 2024 | Nenhum comentário:


Autora: Eva Chase
Editora: Galuba
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Sinopse:

Os deuses estão entre nós. E eles podem roubar a sua alma… ou seu coração.

Durante a minha vida humana, eu tive que sobreviver. Quando finalmente achei que poderia sossegar e tirar meu irmãozinho do inferno que era a casa da minha mãe, eu morri.

Só para acordar como uma valquíria na presença de quatro deuses incrivelmente deliciosos:

Loki, o sarcástico e astuto.

Thor, o jovial, mas perigoso.

Baldur, o sonhador e compadecido.

E Hod, o taciturno e reservado.

Quando me invocaram, deixaram uma parte de si em mim, e agora terão que me ensinar a como lidar com esses novos poderes. Eu despertei com uma missão: Encontrar Odin, o rei e senhor deles que está desaparecido e apenas uma valquíria possui essa habilidade. Porém, as três que tentaram antes de mim, nunca retornaram.

***

Desde que descobri a série "Percy Jackson e os Olimpianos", eu fico enlouquecida com livros que envolvam algum tipo de mitologia em sua narrativa. Se isso não fosse o suficiente para me cativar, aqui nossa protagonista não tem apenas uma missão para cumprir, ela também precisa lidar com quatro deuses (em todos os sentidos da palavra), que, além de poderosos e misteriosos, são lindos como nenhum outro homem poderia ser.

É impossível lidar os com personagens Loki e Thor e não imaginar os rostos de Tom Hiddleston e Chris Hemsworth naqueles momentos, o que não é um problema, pois os atores também fazem jus as descrições da autora de homens fortes e lindos que são ambos os deuses, além de todo o sarcasmo e mistério característicos que só Loki possui (em qualquer uma de suas versões).

Mas, vamos a história: Aria não é uma protagonista comum. Aliás, bem diferente das valquírias que a antecederam na missão de encontrar Odin, ela não era nem um pouco pura e bondosa e sempre agia em prol dos seus próprios objetivos. A única pessoa que a faria queimar o mundo inteiro para salvá-la, se fosse preciso, era o seu irmão mais novo.

Ela faria qualquer coisa pelo irmão, inclusive ajudar os Deuses em uma missão quase suicida, pois nenhuma valquíria antes dela havia retornado.

Agora, é complicado definir qual é a missão mais difícil de Aria:
- Encontrar Odin.
- Não ceder à tentação com quatro deuses tão intensos e lindos ao seu redor a todo momento.

Ao mesmo tempo, os deuses nunca tiveram que lidar com alguém como Aria. As valquírias anteriores eram completamente diferentes, bondosas e altruístas, enquanto sua nova "fadinha" não preenchia a nenhum desses requisitos.

Se Aria tinha sentimentos avassaladores perto de cada um deles, os seres imortais também não ficavam imunes ao charme de uma humana que sofreu muito na vida, lutou com as armas que ela tinha para sobreviver e só queria ver o irmão feliz.

Arrebatada pelos Deuses – O despertar da Valquíria: Livro 1 é um primeiro livro bem interessante para uma série que eu já vi que será intensa e bem diferenciada. Eu não estou torcendo para nenhum deus em particular, porém, acho que pela primeira vez essa torcida não será necessária. Fadinha de sorte...

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A um passo do amor

| 04 outubro 2020 | Nenhum comentário:

 

Autora: Anna Garcia
Editora: Galuba Editorial
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Alex sonhava encontrar o seu príncipe encantado, mas não esperava se apaixonar por um corredor desconhecido que cruzaria o seu caminho. Ela nem ao menos sabia o seu nome, mas estava completamente obcecada por ele. Mesmo sem ser uma atleta (bem longe disso), tentava correr diariamente só para cruzar com ele. Tirava fotos para poder observá-lo quando não fosse hora da corrida, mas nunca teve coragem de se apresentar.

Quando outro homem entra em sua vida, ou não tão homem assim, mas um menino encantador, seu vizinho de oito anos, fã de Star Wars, com roupas velhas e apertadas, com uma mãe negligente, talvez até viciada em drogas, Alex, que nunca se relacionou com crianças, sente uma ligação especial com Will. Ao assumir a responsabilidade de levá-lo diariamente a escola, ela não poderia desconfiar que a sua paixão/obsessão/ quase desconhecido amor, era o professor do menino.

Três personagens singulares. Acompanhamos o livro do ponto de vista da tímida e insegura Alex. Apesar de uma jornalista bem-sucedida, sua vida pessoal não segue o mesmo rumo. Ela praticamente só tem uma pessoa na vida com quem se abrir, um irmão gêmeo que se comporta de forma completamente oposta e sonha em ver sua irmã se divertindo, conhecendo pessoas, ou, ao menos, se apresentando para sua paixão desconhecida.

Quando finalmente Alex tem sua chance, conhecemos o incrível professor Patrick. Um homem que parece ter como única preocupação na vida os seus alunos. Porém, encontrar uma mulher disposta a abrir mão de momentos da própria vida para ajudar uma criança, balançaria muito um coração que conhecia exatamente o quanto uma criança pode sofrer.

Por último, mas não menos importante, temos o encantador Will, uma criança perspicaz, mas capaz de se perder em suas brincadeiras apenas para fugir de sua triste realidade. Sempre em busca constante de amizades, de aceitação e de amor, um amor real, que o proteja e cuide dele como uma criança merece.

A autora, Anna Garcia, não poupou esforços para nos emocionar. Esse trio foi criado para se salvarem mutuamente de destinos bem tristes, por mais que tentassem se enganar fingindo uma vida perfeita.

É uma história de amor, fazendo jus ao título, mas, por mais que o amor entre homem e mulher seja uma parte muito importante, não é esse amor o cerne da narrativa. Temos um amor muito mais puro, quase como um encontro de almas de pessoas que nasceram para ser uma família, mas que tiveram que correr atrás desse destino.

“A um passo do amor” é uma obra emocionante. Quando pensamos que tudo está quase resolvido, que estamos falando apenas de descobertas e sentimentos, a autora consegue criar novos obstáculos para desestabilizar os protagonistas e nos chocar com situações trágicas, inesperadas e novas revelações. Amei percorrer junto com esse trio esse caminho repleto de dificuldades, mas também de amor.

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