Minha filha é um zumbi

| 01 setembro 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Misturando comédia, drama familiar e elementos de horror, Minha Filha é um Zumbi acompanha a história de um pai disposto a fazer qualquer coisa para proteger sua filha após ela ser infectada por um vírus zumbi. Em vez de se transformar completamente em uma ameaça, a jovem mantém parte de sua consciência, criando uma relação tão emocionante quanto caótica entre os dois.

*** 

Tenho que começar dizendo que esse filme tem exatamente a mesma vibe de Marley e eu. Você vê o trailer,  acha que é só um filme engraçado, até mesmo bobinho, e termina com lágrimas nos olhos. 

Me conta, você está esperando por uma história clássica de zumbis? Pode esquecer. Quando surge no mundo uma doença que transforma os infectados em zumbis, começa a saga do incrível Lee Jeong-hwan, lutando para que a filha infectada possa continuar viva. 

Quando ele percebe que, apesar da violência e sede de sangue (não se preocupe, essas primeiras cenas são engraçadas), Soo-ah também tem algumas memórias de sua vida antes de ser infectada, é a prova que ele precisava para acreditar que sua filha ainda estava ali, e ele lutaria para trazê-la de volta. 

Ou, ao menos, ele lutaria para treiná-la de forma que ela não fosse tão violenta e acabasse sendo morta 😁

Enquanto a vida seguia dessa forma entre o pai, filha, avó e o gato da família (que rouba todas as cenas), as coisas começam a ser complicar quando novos personagens entram em cena, cada um com seus problemas, passados (traumáticos para eles ou para os outros) e objetivos, trazendo emoção e grandes surpresas para o filme. 

O longa começa com um toque de terror, depois cai de cabeça na comédia, flerta com o suspense e termina com cenas tão dramáticas e intensas que te conectam totalmente aos personagens, trazendo lágrimas que fazem até esquecer que no começo estava se acabando de rir. 

Esse é um filme sobre família, sobre o amor de um pai acima de tudo, sobre tudo o que ele estava disposto a fazer por aquela que ele mais amava... com alguns zumbis como pano de fundo. 

Eu confesso que não esperava por aquele final. Ainda não me recuperei, para ser sincera. O roteiro realmente conseguiu que o clímax prendesse todo mundo na cadeira com reviravoltas, tensão e muita emoção. 

Minha filha é um zumbi com certeza será um clássico coreano do gênero. Tantas emoções em um roteiro que vai te levar por essa montanha russa, em que você não sabe onde (e como) vai terminar... Quem está acostumado com filmes asiáticos, sabe que o final feliz não é nada certo, então, a tensão, até o último segundo, é garantida.

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Alchemised

| 28 agosto 2026 | Nenhum comentário:


Autora: SenLinYu
Editora: Intrínseca
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SINOPSE: Helena Marino é uma prisioneira de guerra ― e também da própria mente. Outrora considerada uma alquimista de futuro promissor, ela viu o mundo ruir e seus poderes se esvaírem quando seus aliados foram brutalmente assassinados. Após um longo e violento conflito, Paladia tem uma nova classe dominante, formada por guildas corruptas e necromantes depravados. Suas criaturas vis e mortas-vivas foram essenciais para a vitória na guerra, e o uso da necromancia se tornou o modus operandi. Os novos governantes mantêm Helena em cativeiro. De acordo com os registros, ela era uma figura de pouca importância na hierarquia. Mas, quando seus carcereiros descobrem que a memória da prisioneira foi alterada, surge a dúvida se o papel dela na Resistência era tão irrelevante quanto se imaginava. Talvez o esquecimento esconda algo poderoso, o gatilho para uma ofensiva derradeira. Para revelar o que as profundezas sombrias de sua memória ocultam, a mulher é enviada ao comando de um dos mais implacáveis necromantes do novo mundo. Aprisionada em meio a ruínas, Helena luta para proteger seu passado perdido e preservar os últimos resquícios de quem foi um dia. Mas o martírio está apenas começando, pois sua prisão e seu captor têm os próprios segredos… E ela terá que desvendá-los. Custe o que custar.

*** 

O começo desse livro me lembrou a premissa de um anime que eu amo: Frieren e a Jornada para o Além. Sabe o que as duas histórias tem em comum? O início delas é depois do “fim”. Sei que essa frase parece completamente sem sentido, mas é exatamente essa forma tão única de começar que tornam essas histórias tão interessantes. 

Estamos acostumados com histórias em que conhecemos o protagonista, ele embarca em uma aventura, a narrativa vai crescendo, chegamos ao clímax e ao tão ansiado final daquela jornada. Porém, tanto em Alchemised, quanto no anime, o ponto de partida é após todos esses momentos.

O que acontece depois do fim, quando a guerra acaba ou o grande vilão é derrotado? Nós geralmente não temos respostas para essas perguntas, e é nesse ponto que o anime e o livro convergem, mas as semelhanças entre as histórias terminam aqui. Bem diferente do anime, a protagonista, Helena, não está do lado vencedor, suas memórias foram alteradas e ninguém sabe, nem ela mesma, o grande segredo que pode estar escondido em sua mente. 

É muito intenso começar o livro dessa forma. A guerra terminou, o lado dos mocinhos perdeu, aquele que seria o grande herói foi derrotado e os vilões assumiram o controle de tudo. Eu disse intenso? Já adianto, intensidade é o sobrenome desse livro. 

A autora, SenLinYu, deixa claro, antes de sequer começar o livro, que a protagonista narradora não é totalmente confiável (afinal, um único ponto de vista nunca é), o que já enche nossa mente de dúvidas antes mesmo de chegar ao prólogo. 

Ao começar o livro, entendemos que os vilões venceram a guerra, e Helena estava só lado dos mocinhos. Mas será que podemos confiar nessa perspectiva, sendo que a protagonista sequer estava lutando pela causa em si, mas, aparentemente, pelo homem que ela amava?

Só esse começo já me deixou enlouquecida para continuar lendo.

Helena é uma prisioneira de guerra, mas eu não estava preparada para as cenas que teriam nesse livro, e a maioria delas são muito difíceis de se ler. 

Ela é torturada de formas inimagináveis, física, psicológica e mentalmente (sim, separei os dois, mas não vou dar spoilers, você vai entender lendo o livro), e sem nenhuma esperança de que aquilo teria um fim, afinal, não sobrou nenhum aliado que pudesse salvá-la daquele destino cruel.  Com alguém sendo tão humilhada e destruída de todas as maneiras possíveis... eu já estava me preparando para o mais cruel dos finais. 

Mas é aí que entra o personagem mais interessante do livro: Kaine Ferron. Antagonista? Vilão? Anti-herói? Um personagem que você odeia no começo, mesmo sabendo (suspeitando...) que ele é o par romântico da protagonista. Daí, quando parece que ele está melhorando, se redimindo, quando você começa a simpatizar com ele, acontece algo ainda pior que eleva seu ódio novamente. 

Ele não é um personagem simples, nem amável, mas é possível entender que, diante de um sofrimento tão profundo, a protagonista se contente com migalhas de carinho e de esperança. A primeira parte do livro não trás um relacionamento saudável, muito pelo contrário, mas a autora deixa isso tudo muito claro para você escolher se deseja ou não embarcar por essas páginas.

Agora, a segunda parte do livro é um mergulho na mente da protagonista e em tudo aquilo que ela lutou tanto para esconder.

Não posso entrar em detalhes (não quero estragar a experiência de ninguém), mas encontramos com os personagens em outro momento, vivendo sentimentos intensos. Pode ser amor ou obsessão... É difícil entender se é interesse genuíno ou apenas uma alma perdida tentando encontrar uma nova âncora em que se apoiar, para ter um motivo para viver (depois de ler você vai compreender exatamente de quem eu estou falando).

É tenso acompanhar essa parte e conhecer personagens fascinantes, que nós sabemos que não terão um futuro. 

A terceira parte, o derradeiro final, é pura agonia. Personagens que cometeram atrocidades, a culpa que os acompanha, fazer o impossível para sobreviver e, tentar, como uma última esperança, vislumbrar um futuro com um pouco de paz e felicidade. 

O sentimento que eu tive com o final desse livro é bem parecido com o sentimento agridoce do final da série Jogos Vorazes: Não importa como as coisas estão no momento, o passado é terrível demais para ser esquecido, cruel demais para ser superado e sempre será um empecilho para uma felicidade plena. 

O que mais eu posso dizer? Que livro!!! Incrível, angustiante, cruel, sensível, amoroso e desesperador. Imagine como SenLinYu foi capaz de escrever quase mil páginas capazes de nos causar tantos sentimentos. 

Me sinto horrível agora no fim, querendo me enrolar em posição fetal e chorar, mas, também querendo esquecer tudo o que eu li, só para poder viver cada emoção novamente. Não costumo dar notas para livros, mas esse vai ganhar nota mil.

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Minions & Monstros

| 01 julho 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Esta é a história turbulenta, absurda e totalmente verdadeira de como os Minions conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, liberaram monstros pelo mundo e então se uniram para tentar salvar o planeta do caos que eles mesmos criaram.

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Personagens como os Minions estão na mesma categoria de Pikachu ou Darth Vader. Você pode até nunca ter assistido a um episódio ou os filmes, mas sabe exatamente quem eles são. 

No meu caso, eu conheci essas criaturinhas fofas e amarelas com o primeiro filme da série Meu malvado favorito, e, apesar de não ter visto nenhum outro dos filmes da franquia, isso não foi um empecilho para que eu me deliciasse (e risse muito) com essa aventura cinematográfica (em vários sentidos).

Se é uma homenagem a história do cinema, ou uma loucura sem precedentes, aqui temos os Minions, como sempre, em busca de um grande vilão para servir. Após muitas tentativas frustradas, os monstrinhos amarelos acabam, sem querer, virando estrelas de um filme.

Tudo estava indo muito bem na era do cinema mudo, mas, quando o som finalmente chega a essa mídia, digamos... o jeito peculiar de falar dos nossos amigos não foi muito bem aceito pela indústria.

Alguns deles poderiam escolher voltar a sua saga original, encontrar um grande vilão para servir, mas o protagonista queria a glória de fazer o seu próprio filme. Contando apenas com dois outros Minions para ajudá-lo, tudo o que ele precisava era de um monstro a altura da sua genialidade para a maior aventura cinematográfica que o mundo já viu.

Mas, como sabemos, nem tudo o que os amantes de bananas tentam dá certo e suas vidas podem ser complicar muito, e, quem sabe, talvez eles até sejam responsáveis pela destruição do mundo...

É um filme para crianças? Sim, os pequenos vão se divertir muito, mas não se engane. O roteiro não é apenas formado por cenas engraçadinhas e absurdas pensadas para apenas entreter. Amantes do cinema vão se deliciar com todas as referências e homenagens presentes no longa.

Desde o cinema mudo, até as superproduções e personalidades da atualidade, todos são colocados no filme para dar um toque interessante para os pais que levarem seus filhos ao cinema terem a oportunidade de apreciar ainda mais o longa, indo muito além das loucuras e peripécias que vão envolver a todas as idades.

Quando você encontra um filme em que até os créditos te fazem abrir um sorriso, pode ter certeza de que ali tem algo muito certo.

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Dia D

| 09 junho 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém lhe mostrasse, provasse isso, isso te assustaria?

Neste ano, a verdade pertence a oito bilhões de pessoas.

Estamos nos aproximando do… Dia D.

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Que Spielberg é fascinado por contar histórias sobre seres de outros planetas, todos sabemos, mas, apesar de serem o tema principal, nesse filme os alienígenas ficam em segundo plano e o que entra em cena são todas as façanhas da natureza humana.

Como encararíamos o desconhecido? A humanidade deveria saber de toda a verdade, ou somente poucos “escolhidos”? Esses seres intergaláticos seriam tratados como semelhantes, inferiores ou seres a serem idolatrados?

Por outro lado, como um grande conhecedor da natureza humana, Spielberg sabe que o ser humano pode ser cruel a ponto de cometer atrocidades com outras pessoas. Portanto, não seria diferente com esses seres que despertam tamanha curiosidade e medo.

A primeira cena do filme já coloca o espectador sendo agredido de forma épica. É isso mesmo, você vai se sentir dentro do filme de forma única. Depois do primeiro susto, você vai sair do mundo que conhecemos e embarcar em mais uma história sobre o que existe além da nossa vã filosofia.

Daniel Keller teve sua namorada sequestrada, pois está em posse de informações confidenciais de uma empresa secreta que trabalha em conjunto com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Enquanto a empresa quer manter tudo em segredo, Daniel acredita que a humanidade deveria saber a verdade, as atrocidades que aconteciam há décadas e um segredo que mudaria a vida como a conhecemos.

No outro lado dessa história temos Margaret Fairchild. Ela trabalha no jornal como a “moça do tempo”, fazendo gracinhas, tocando a vida com o namorado, mas sem ainda ter encontrado o seu real propósito nesse mundo. Mal ela sabia que esse propósito talvez não pudesse ser encontrado em algo que pertencesse a esse planeta.

Ver um simples pássaro faz com que Margaret comece a entender diversos idiomas e, supreendentemente, ao olhar para uma alguém, ser tornar aquela pessoa por um instante. Ver todos os seus pensamentos, entender a sua vida, saber tudo o que a pessoa sabe, e exatamente o que ela precisa ouvir ou ver naquele momento.

Mesmo com vidas tão opostas, Daniel e Margaret se encontram unidos por todos esses segredos e mistérios que vão além de tudo o que eles já imaginaram que pudesse existir.

Essa é a combinação perfeita para um filme de busca, perseguição e mistérios que vão te prender a tela para saber qual é a verdade e, a grande questão: Ela deve ser revelada, ou precisa continuar escondida?

Aqui lidamos com dilemas éticos, morais e religiosos, a perspectiva do que é certo e errado, com todos os seus pontos de vista, usando como pano de fundo seres de outros planetas e a sua aparente fragilidade em frente a raça humana.

A última cena do filme é surreal de tão tensa e incrível. Sem querer dar spoilers, mas... segure o fôlego e espere por algo que vai te fazer sentir emoções bem conflitantes no derradeiro desfecho.

Então, encontre a tela mais incrível da sua cidade e assista esse espetáculo nos cinemas.

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Quase compatíveis

| 18 maio 2026 | Nenhum comentário:


Autora: Anna García
Editora: Galuba
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SINOPSE: Elliott e Rachel não são compatíveis porque têm origens muito diferentes.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque moram em lados opostos da cidade.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque têm empregos muito diferentes.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque seus amigos não têm nada em comum.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque seus hobbies não têm nada a ver um com o outro.

Elliott e Rachel não são compatíveis porque possuem prioridades diferentes na vida.

Elliott e Rachel não são compatíveis e jamais se cruzariam, mas…

Elliott e Rachel são compatíveis porque seus amigos intrometidos decidiram que são.

Elliott e Rachel são compatíveis porque, às vezes, 49% de compatibilidade é o suficiente.

Elliott e Rachel são… Quase Compatíveis.

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Bora falar sobre um livro bem fofinho? Um pouco clichê, mas nada que a gente não ame, certo? 💖

Confesso que vejo propagandas desse livro há um bom tempo, mas nunca me interessei pela sinopse ou pela capa para começar a ler, até que eu vi uma postagem no Instagram da editora com um trecho do livro.

Nesse trecho, a protagonista estava indo a um encontro com um completo estranho que ela conheceu em um site de relacionamentos. Ao chegar no local do encontro, aquele estranho (por mais delicioso que ele fosse) não fazia ideia de quem era ela, nunca tinha entrado no site em questão, e, para ficar ainda pior, a confundiu com uma mulher de trabalho bem questionável 😂😂😂.

Não nego, esse trecho me pegou de jeito e eu tive que começar a leitura imediatamente (mais uma vez, amo o Kindle Unlimited!!!).

Rachel, nossa protagonista, após ser traída pelo noivo, é convencida pela melhor amiga a se cadastrar em um site de relacionamentos. Após escolher somente homens com um perfil muito compatível com o dela que terminaram em encontros desastrosos, Rachel aceita se encontrar com Elliott, que é só 49% compatível com ela. 

Como dizem... os opostos (ou os apenas 49% compatíveis) se atraem...

Mas, no meio dessa busca de Rachel pelo seu grande amor, temos Elliott e seu passado que o assombra. 

Elliott foi um jovem irresponsável, que bebia e se drogava, mesmo tendo um filho pequeno. Em uma dessas noites de loucura, ele sofre um acidente em que a sua namorada (e mãe do bebê), infelizmente, não resiste. 

Após passar dois anos preso pela morte da mãe do seu filho, a única coisa em que Elliott pensa é trabalhar para guardar todo o dinheiro possível e, quem sabe, um dia poder voltar a conviver com a criança, que agora vive com os seus ex-sogros, que o culpam pela morte da filha.

Como ele também se culpa, é claro que esse sentimento vai atrapalhar sua relação com Rachel. Aqui entramos naquela parte clichê de um homem com um segredo do passado, que não consegue se abrir para o seu grande amor (com medo de perdê-la) e acaba estragando a sua relação por conta dos seus medos e traumas. E olha que nesse livro ele consegue estragar essa relação muitas e muitas e muitas vezes 😅.

Mas isso não tira o brilho da história. Elliott e Rachel são fofos juntos. Ela é muito entregue a esse relacionamento (algo que eu realmente amei), e ele ama muito profundamente, apesar do passado que o assombra constantemente.

E, para quem gosta de livros com crianças, temos um deleite chamado Holden. Que fofura! Me apaixonei desde a primeira fala. Tão meigo, mas também tão maduro, que é impossível não torcer para que aqueles três possam se juntar e ter o tão esperado final feliz.

Quase compatíveis é perfeito para amantes de mocinhos com grandes marcas no passado, protagonistas que procuram pelo seu amor (recorrendo até a sites de encontros, com resultados desastrosos) e crianças para se apaixonar! Um livro para ler rapidinho e se encantar!

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Mortal Kombat II

| 07 maio 2026 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Desta vez, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

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Confesso que games não são muito a minha praia, porém, é impossível viver nesse universo nerd e não ter visto os filmes antigos da franquia. Então, assim como no primeiro filme, eu fui para o cinema já conhecendo um pouco desse universo e aproveitando com ainda mais entusiasmo a apresentação dos “novos” personagens.

Se no primeiro filme tivemos a jornada de relutância e superação de Cole Young, agora é a vez do ator decadente Johnny Cage assumir esse papel. Muito diferente de Cole, o ator não tem motivos reais para lutar (mesmo que seja pela sobrevivência da Terra) e acaba promovendo momentos bem mais engraçados e sarcásticos em sua jornada.

Além de Johnny, a princesa Kitana (e seus leques super marcantes), também entra em cena para lutar pelo que é certo. Claro que, no caso dela, uma boa dose de vingança também vai cair muito bem.

Disse que não tenho muita intimidade com games em geral, porém, é impossível não ver o esforço desse filme para transformar algumas batalhas em algo que você vai achar que realmente está segurando um joystick (está liberado apertar botões imaginários). 

Efeitos de luz, golpes, transições e mesmo as mortes mais sanguinolentas faz com que você esteja jogando em uma tela gigante, esperando pelo próximo movimento do oponente que, eu te garanto, muito mais do que no primeiro filme, vão chocar absurdamente.

Esse filme tem a cena mais chocante, inesperada e cruel de todos os filmes da franquia (e de muitas outras franquias por aí). Ainda não me recuperei do impacto que foi algo tão brutal (e que você não esperaria que acontecesse nem em mil anos 😱).

Seguindo a linha do primeiro filme, as referências mega nerds de outros filmes da Warner são perfeitas para a hora do pause, entre um fight e outro. Assim você pode dar umas risadas antes de levar alguns socos com cenas impactantes novamente.

O bom dessa franquia é que podemos ter diversos torneios para definir o destino da Terra em outros filmes, apresentando novos personagens, suas histórias e lutas visualmente incríveis com aquele toque de videogame que deixa tudo mais eletrizante.

Se eu quero um Mortal Kombat III? Com certeza! Finish him!!!!! 💣💣💣


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