Wicked: Parte II

| 18 novembro 2025 | Nenhum comentário:


É engraçado pensar que, quando eu assisti ao primeiro filme, a única coisa que eu conhecia era a música Defying Gravity, porque, em algum momento, ela tinha entrado aleatoriamente em minhas playlists. Fui assistir ao filme de coração aberto, sem grandes expectativas, então não imaginava me apaixonar tanto por esse novo mundo de Oz.

Dessa vez foi diferente. Depois de me apaixonar pelo primeiro filme, ouvir as músicas milhares de vezes e assistir à peça (que é surreal de tão incrível), já sabia basicamente como a história iria se desenrolar na sequência para os cinemas, mas nada me prepararia para a emoção intensa que é ver esse filme.

Falando do segundo ato da peça, enquanto algumas cenas “não tão felizes” são passadas ao público puxando para o lado da comédia, no filme simplesmente não é possível achar graça “em certos momentos" e algumas lágrimas vão escorrer, porque a se a comédia (nessas cenas) foi deixada de lado, a emoção dos personagens extrapola a tela, e toca diretamente naquele lugar que nos fará desabar completamente.

Ver esse filme é como encontrar algo novo, mesmo já conhecendo seus segredos. Eu ouvi as canções em português (na peça) e já escutei um milhão de vezes as versões da Broadway em inglês, então elas estavam na ponta da língua. As músicas novas não conseguiram me impactar como as originais, mas o brilho de cada cena e a emoção das atrizes fez com que essas adições valessem a pena. 

Apesar de já saber o que iria acontecer e estar com a maioria das músicas na cabeça, isso não foi o suficiente para que eu não ficasse encantada e completamente emocionada com as interpretações de Ariana Grande, Cynthia Erivo e Jonathan Bailey em músicas já tão icônicas quanto No Good Deed, As Long as You’re Mine e a arrancadora de lágrimas For Good 😢👏

Eu sempre acho complicado falar sobre coisas que eu amo. Como se traduz o sorriso que cola no seu rosto em uma cena perfeita, ou aquela lágrima que escorre quando você menos espera? 

É isso que eu estou vivendo nesse momento... Poderia falar dos cenários deslumbrantes, figurinos lindos, efeitos perfeitos e interpretações de tirar o fôlego, mas é todo esse conjunto que me faz querer correr para o cinema assim que o filme for lançado para que o meu coração possa sentir tudo novamente.

A gente sofre... mas a gente ama!!!

Wicked: Parte II (ou For Good) não poderia ser mais perfeito. Cada modificação foi um tijolinho a mais para nos fazer sair do cinema “deslumbrilhados” e um pouquinho tristes, afinal de contas, vamos sentir muita falta dessa linda amizade. Glinda e Elphaba poderiam sim voltar a nos encantar em novos filmes... Imagina só? Por Oz!!!

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O Bad Boy e Eu

| 05 novembro 2025 | Nenhum comentário:


Sinopse:
Na trama, Dallas começa seu último ano no Ensino Médio focada em apenas um objetivo: honrar a memória da sua mãe entrando na melhor instituição de dança do país. Despedir-se propriamente nos anos escolares, aproveitando as festas e a companhia dos colegas mal passa pela sua cabeça. Apaixonar-se, então, muito menos. Não importa o que seu irmão mais velho e sua melhor amiga digam: Dallas não tem olhos para outra coisa. Quer dizer, isso até conhecer o garoto mais popular da escola, o bad boy Drayton Lahey. Seu carisma nato e seu comportamento a incomodam, mas entre passos de dança, provocações e segredos, eles não têm outra escolha a não ser se entregar para essa paixão.

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Alguém falou em comédia romântica adolescente? Pra mim, não precisa dizer mais nada. Sabe aqueles romances adolescentes super clichês que nós amamos ver? Esse filme é a escolha perfeita para você rir e suspirar no cinema.

Dallas quer se sentir mais próxima à sua mãe que faleceu, portanto, não tem mais nada em sua mente a não ser entrar para a mesma faculdade conceituada de dança em que a sua mãe se formou.

Ter um namorado seria uma grande distração para o seu objetivo, certo? Ainda mais se ele fosse um Quaterback gato, tatuado e rico que vive se exibindo em sua moto quando não está nos campos arrasando com seus lances.

Apesar de tudo isso (e do título), Drayton não é realmente um bad boy. Na verdade, ele está mais para um bom menino mesmo, mas que gosta de curtir a vida. Alguém criado por um pai controlador, mas que se esforça para ser o melhor e conseguir uma bolsa na faculdade. 

O filme insinua que ele poderia ser mulherengo (não sei se é algo mais explorado no livro), mas, no longa, desde o primeiro instante em que eles se encontram, ele só tem olhos para Dallas, querendo estar ao seu lado e, depois, querendo realizar os seus sonhos... é tão lindo!!!

Mas como nada pode ser tão fácil, Dallas luta contra essa paixão com todas as suas forças, até o último momento, para nossa agonia total. Mas não poderia faltar essa relutância para ser aquele clichê que amamos certo?

Dallas é uma dançarina incrível, uma pessoa engraçada e alguém que luta pelos seus sonhos. Já Drayton é aquele protagonista perfeito, que a gente ama desde o primeiro segundo em tela (com direito a entrada triunfal: chegada em sua moto e aquele desfile básico pelos corredores da escola).

Se a história de O Bad Boy e Eu conquistou milhões de leitores no Wattpad, agora eu entendo bem o motivo. Esse é um livro que eu também vou amar ler, mas não deixe de ver a Dallas e Drayton nos cinemas 😉


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Make a girl

| 31 outubro 2025 | Nenhum comentário:


Sinopse:
O que acontece quando a busca pela parceira ideal sai do campo metafórico e entra no laboratório? Em um futuro onde a tecnologia molda a vida , o jovem prodígio da robótica Akira acredita ter encontrado a solução para seus fracassos: construir a namorada perfeita. Nascida da ciência e com a promessa de ser o pontapé para a melhora de seu criador, a andróide N°0 é a materialização de tudo o que há de perfeito. No entanto, ao manifestar emoções, a criação se questiona: seu amor por Akira foi programado ou ele é genuíno?

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Imagine que um amigo lhe disse que melhorou significativamente, dobrou sua capacidade de trabalho, ao encontrar uma namorada. Uma pessoa normal pensaria em também encontrar alguém para a sua vida, porém, Akira não era um jovem comum. Ele lutava para ser um grande cientista, como a sua mãe, então, a solução perfeita para todos os seus problemas não seria encontrar uma namorada, mas construir uma.

Tudo pode até começar dessa forma, mas essa animação vai muito além de robôs, aventuras e um cientista tentando ser incrível. 

Akira é um jovem que estuda, tem alguns amigos, mas seu foco total é em seu trabalho, por mais que nada esteja dando certo ultimamente. O trabalho é uma forma clara que ele encontra de se aproximar de sua mãe, que há muitos anos o deixou devido a uma doença. 

Talvez ele nunca tenha se deixado sofrer o suficiente pela perda da mãe e, em seu inconsciente, sente que se afundar no trabalho e ser perfeito seja a única forma de tentar preencher o vazio que ali existia.

Até que ele cria Zero (que deveria ser sua namorada) e percebe que ter alguém ao seu lado pode te distrair mais de seus objetivos do que te ajudar, principalmente quando o seu robô começa a desenvolver fortes sentimentos por você.

Porém, talvez seja um ser não humano que Akira realmente precise em sua vida para sair do lugar em que ele se afundou, e que nenhum dos seus amigos conseguia realmente alcançá-lo.

Que filme lindo! Apesar de robôs e sequestros, não espere um filme repleto de ação. Esse é um longa que fala profundamente sobre os sentimentos, sobre a alma de seu protagonista, sobre as contradições entre aquilo que ele deseja e o que ele realmente precisa para a sua vida.  

Akira começa o filme sendo apresentado como um cientista, alguém distante e comedido, mas é impossível não se emocionar com tantas camadas sendo reveladas. Quando um menino órfão e sozinho, que ele realmente era, aparece, nós podemos finalmente ver todo o sofrimento que ali existia, e o legado lindo que uma mãe cheia de amor pode deixar para o seu filho.

Make a girl é um anime emocionante, cheio de quadros lindíssimos e dois protagonistas que vão te levar a pensar sobre suas emoções e sobre aquilo que guardamos a sete chaves dentro de nós. Vale muito a pena correr para o cinema.

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Demon Slayer – Castelo Infinito

| 10 setembro 2025 | Nenhum comentário:


Só quem é fã sabe a sensação de terminar o arco do treinamento Hashira e ter que esperar uma eternidade (porque foi exatamente o que pareceu) para finalmente saber o que aconteceu com Tanjiro, os Hashiras e os demais caçadores de Onis após Muzan ter levado todos eles para o seu Castelo Infinito.

Depois de tanto tempo de desespero, finalmente estávamos dentro do Castelo, mas o desespero real estava só começando...

O filme começa com todos os caçadores sendo atacados por Onis menores, claramente para enfraquecê-los, enquanto eles procuravam por Muzan, mas nós sabíamos que as Luas Superiores também estavam por ali, e que eles eram os Onis que realmente deveriam ser temidos.

A primeira grande batalha, entre um Hashira e uma Lua Superior, já leva embora todas as nossas esperanças de que essa trilogia terá um arco totalmente feliz. Eu realmente não esperava por tamanha tragédia logo no começo, algo que partiu meu coração e me deixou apreensiva pelo que poderia acontecer. 

Claro que o filme não é só apreensão e tragédias. Assim como estávamos acostumados na animação para a telinha, no cinema também podemos dar boas risadas, algo que me surpreendeu muito.

Falando em boas surpresas, o que é a animação das batalhas nesse filme? Na verdade, todo o longa é permeado por cenas de tirar o fôlego, e isso fica claro logo no começo, com o Hashira da Rocha em um cemitério, com a neve caindo em uma cena de arrepiar.

É muito difícil falar sobre esse filme sem spoilers, pois as batalhas (e os seus resultados), são o ponto central do enredo, e é maravilhoso poder ir ao cinema e acompanhar cada uma delas (e as grandes revelações) descobrindo na hora o que vai acontecer.

E olha, não falta nesse filme grandes revelações. Se eu já respeitava o Ubuyashiki (líder dos esquadrão dos Caçadores de Onis), depois de ver todo o legado que ele deixou, tudo o que ele planejou para esse momento, é impossível não surtar a cada cena e, talvez, chorar um pouquinho de emoção.

Vale levar um lencinho para o filme? Bom, se você está indo ver esse filme já assistiu a todos os outros episódios de Demon Slayer, então sabe o quanto algumas cenas podem ser tristes e emocionantes... principalmente agora que estamos tão próximos a batalha final, tudo pode acontecer.

Que filme incrível!!! Ainda não me recuperei desses confrontos épicos, e, honestamente, não sei como vou fazer para segurar a ansiedade até 2027. Corra para o cinema!


A seguir, alguns comentários com spoilers... continue por sua conta e risco.


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Ainda está aqui? Então, bora surtar comigo!!!


SOCORRO!!! O que foi esse filme!!!

Ok, eu não esperava a morte da Shinobu Kocho logo no começo do filme e, ainda por cima, vítima do mesmo Oni que tirou a vida da sua irmã. Em geral, nesse tipo de contexto, a Hashira dos Insetos destruiria o Lua Superior e vingaria a sua irmã, mas, para chocar a todos que estavam assistindo, não foi o que aconteceu. Depois dessa cena eu pensei “Pronto, daqui pra frente é só ladeira abaixo”.

E o que foi a batalha do Zenitsu com o seu ex-irmão de treinamento, que também usava a técnica do trovão e se tornou um Oni? Somente os gritos de euforia dentro da sala de cinema podem realmente sintetizar o que esse momento significou. Sempre soubemos que o Zenitsu era forte (apesar dele mesmo não conhecer a sua força), mas agora ele alcançou um nível surreal. Só espero que, depois de tudo o que aconteceu, ele não perca o brilho e a alegria que sempre nos encantou.

Lembra que eu falei ali em cima sobre o Ubuyashiki ter planejado algo genial? Sim!!! Sim!!! Sim!!! Ubuyashiki tem um filho, que assumiu o seu lugar como líder do esquadrão, e esse filho está tentando mapear o Castelo Infinito, com a ajuda de seus corvos, para orientar os Hashiras dentro do Castelo, tanto para evitar mais mortes, quanto para tentar encontrar Muzan e finalmente acabar com essa batalha. Por enquanto, encontrar Muzan parece algo bem distante, para nosso total desespero.

Agora eu preciso falar da batalha principal: Tanjiro e Giyu versos a Lua Superior três, Akaza... SIM, aquele mesmo que matou nosso querido Rengoku, o Hashira do Fogo. Que batalha épica!!! 

Tivemos Giyu em toda a sua glória, como nunca vimos antes, Tanjiro descobrindo novos poderes e o passado triste e deprimente de Akaza ,quando estava à beira da morte. Mais uma vez um Oni com um passado que me faz querer chorar e, pior ainda, querer passar o pano para tudo o que ele fez (ok, talvez só um pouquinho).

Não tenho vergonha nenhuma em confessar que dei um grito no cinema (NÃO!!!) quando achei que Giyu iria morrer. Em minha defesa, eu não fui a única. 

O que mais eu posso dizer? Já é 2027? Eu PRECISO do próximo filme... o Castelo Infinito ainda tem muita história pra conta (só espero que a maioria termine em finais felizes, mas nada é garantido).


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Reino de Intrigas

| 02 setembro 2025 | Nenhum comentário:


Autora: Tahereh Mafi
Editora: Universo dos Livros
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Sinopse:

Para todo mundo, Alizeh é uma serva descartável. O que não imaginam é que estão diante da herdeira há muito perdida de um antigo reino, forçada a se esconder à vista de todos.

O príncipe herdeiro, Kamran, ouviu as profecias que previam a morte de seu rei. Mas ele nunca poderia imaginar que aquela criada de olhos estranhos, a garota que ele não consegue tirar da cabeça, pode, um dia, dominar seu reino – e o mundo.

Impérios conflitantes, romance proibido e uma rainha há muito esquecida, mas destinada a salvar seu povo, são os elementos deste primeiro volume da nova trilogia épica e romântica de Tahereh Mafi.

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Sim, Tahereh Mafi conseguiu novamente. Depois de arrebatar completamente o meu coração com a série Estilhaça-me, agora estou completamente rendida por esse universo tão brilhante e encantador quanto os olhos da nossa protagonista.

Alizeh sabia que tinha nascido para muito mais, para reinar e salvar seu povo, porém, aparentemente o destino tinha outros planos para a sua vida. Sozinha, sem família ou amigos, ela só conseguia lutar para sobreviver a cada dia.

Sendo uma jinn, um ser forjado do fogo e com habilidades impressionantes, ela precisava se esconder para não chamar atenção e acabar sendo morta, assim como todos aqueles que um dia estiveram ao seu lado.

Porém, sua vida sofrida e pacata iria ter uma reviravolta impressionante com o retorno do príncipe Kamran ao reino e com a forma como ele entrou em sua vida.

Uma profecia dizia que ela seria a ruína do Rei, avô de Kamran. Mas a jovem parecia tão inocente e, apesar da profecia, ainda não havia feito nada de errado. Apesar das ordens que recebera, o príncipe sabia que não era certo matar alguém inocente... além de ser alguém que também havia dominado completamente todos os seus pensamentos.

Eu posso dizer que já estou completamente obcecada por essa história? Com certeza!!! Sabe quando a gente compra só o primeiro livro para ver se é bom? Agora estou completamente arrependida de não ter a trilogia completa em mãos. Eu PRECISO do próximo livro, assim como Alizeh precisa de água para sobreviver.

Esse é um livro de fantasia intenso, em que cada personagem luta pelos seus próprios objetivos, mesmo que seus corações e mentes estejam em conflito.

Além disso, temos um grande vilão que quase não aparece, mas está presente em todos os momentos, e nos enche de angústia a cada vez que ele é citado. Alguém que manipula tudo o que acontece a distância, deixa a narrativa mais tensa e perigosa, porque nós não sabemos quando o real perigo realmente vai aparecer.

Tahereh Mafi sabe como criar um romance em meio a uma grande história como ninguém. Cada cena entre Alizeh e Kamran é cheia de expectativa, tensão e desejo, tudo em um caldeirão de angústia e paixão. Ambos sabem que estão em lados opostos, desejando ter um destino diferente, mas sabendo que precisam lutar pela própria vida, ou pela vida daqueles que eles amam.

Quando o amor e aquilo que deve ser feito são jogados um contra o outro, sempre podemos esperar narrativas cheias de angústia para nós, leitores, mas completamente incríveis a cada frase.

Chegar ao final desse livro foi um daqueles momentos literários de "Ai meu Deus, eu não acredito nisso!!!". Eu aconselho você a ter o próximo já em mãos, quando começar a ler essa trilogia, para não viver o momento enlouquecedor que a minha mente e meu coração estão sendo forçados a suportar nesse momento.

Leia Reino de Intrigas! Esse é um daqueles livros que, com certeza, vai entrar na sua lista de favoritos.

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A vida de Chuck

| 21 agosto 2025 | Nenhum comentário:

Sinopse:  Uma reflexão sobre a vida, a morte e a importância de viver no presente.

A história segue a vida de Chuck, um homem comum, contada de forma invertida em três partes: a partir de sua morte, aos 39 anos, até sua infância. A história não só foca nos eventos ao redor da sua morte, mas também na reflexão sobre o significado da vida, a arte e a alegria ao longo da sua existência.

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É um pouco irônico escrever essa crítica, porque eu realmente te aconselho a ir ao cinema como eu, sem saber absolutamente nada sobre o filme. Eu não tinha lido a sinopse, visto um trailer ou lido a história do autor Stephen King, na qual o filme é baseado, portanto, fui apenas conhecendo o título e foi uma experiência extraordinária.

Conforme é dito na sinopse, a primeira parte do filme é o ato 3, quando o mundo está colapsando (desastres naturais, incêndios, meios de comunicação parando de funcionar...), quando praticamente a única mensagem passada por todos os meios é um agradecimento a alguém chamado Chuck, que, aparentemente, ninguém conhece.

No começo do segundo ato, finalmente encontramos o protagonista do título. Um contador comum que tem apenas alguns meses de vida. Alguém por quem você passaria pela rua e não pararia por mais de um segundo para olhar, mas que tem toda uma história, toda uma vida incrível, como cada um de nós.

Na última parte, ou no primeiro ato, Chuck é uma criança, que passou por diversas tragédias em sua vida, mas, mesmo assim, tem seus sonhos e momentos em que se sente o rei do universo, ou, ao menos, do seu próprio universo.

Quando se vai ao cinema como eu, sem nenhuma informação, você começa o filme sem entender absolutamente nada. Quem é esse Chuck? Por que ele mereceria agradecimentos? Por que o mundo chegou ao seu fim? Porém, quando tudo se encaixa, quando você entende a verdadeira premissa do filme, só uma palavra pode vir a sua mente: genial!

Esse filme é uma metáfora sobre a vida. Sobre aqueles que lembramos, sobre aqueles que esquecemos. Tantas e tantas pessoas passam por nossas vidas. Umas ficam, outras vão embora, mas o filme é exatamente sobre isso: como todas elas continuam dentro de nós, formando um vasto universo, que talvez se apague, em nosso último suspiro.

É impossível não se emocionar com a história desse homem comum, entrar em sua mente e descobrir o quão extraordinário ele é, pois compreendemos que, em cada individualidade, em cada ser humano, também podemos viver uma história que vai se apagar, mas será incrível a sua maneira.

Muito obrigada, Chuck!

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