Uma segunda chance

| 19 março 2026 |


Sinopse: “Uma Segunda Chance” acompanha Kenna, interpretada por Maika Monroe, que comete um erro imperdoável que a leva à prisão. Sete anos depois, ela retorna à sua cidade natal, no Wyoming, na esperança de reconstruir a vida e conquistar a chance de se reencontrar com sua filha pequena, Diem, vivida por Zoe Kosovic, a quem nunca conheceu.

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É engraçado assistir à adaptação de um livro (mesmo que você não tenha lido o livro, como é o meu caso), porque o filme sempre passa aquela vibe boa de quando você está lendo um livro. Ou pode ser também uma vibe triste e profunda, afinal de contas, é a adaptação de um livro da Colleen Hoover.

A protagonista de Uma segunda chance, Kenna, foi a responsável pelo acidente que matou o namorado, e ficou anos presa por isso. Ela descobriu sua gravidez na cadeia e nunca teve oportunidade de conviver com a filha, até finalmente ser solta. Agora, tudo o que ela queria era uma segunda chance e conhecer a filha.

A criança (fofa, linda, a gente quer colocar em um potinho e levar pra casa) é criada pelos avós paternos, que obviamente não querem contato com a mulher responsável pela morte do próprio filho. 

É muito triste acompanhar o desenvolvimento dessa história, porque não tem como não ficar do lado de uma mãe que só deseja conhecer a filha. Por outro lado, os pais de Scotty (namorado de Kenna que morreu no acidente), ainda sofrem pela morte do único filho e não conseguem sequer pensar em ficarem próximos aquela que tirou o bem mais precioso deles.

Mas é claro, o nome já deixa bem claro sobre o que se trata o filme, e é aí que entra em cena uma figura crucial: o charmoso Ledger. 

O melhor amigo de Scotty ficou afastado por muitos anos por conta da sua carreira de jogador, por isso nunca tinha conhecido Kenna pessoalmente. Após a morte de alguém que ele considerava como um irmão, ele volta para a cidade e assume quase que o papel de um pai para Diem.

Ele é o primeiro a perceber que Kenna não era o monstro que todos pensavam, que ela também estava destruída pela morte de Scotty e que merecia, ao menos, ver a própria filha. 

Algumas lágrimas escorreram (talvez um pouco mais do que isso)? Sim! Me apaixonei pelos protagonistas? Absolutamente! Fiquei louca para ler o livro? Nem precisa perguntar! 

Uma segunda chance é uma história linda, mas bem triste. Aqui o luto é muito presente, mas uma criança pode ser a salvação de cada um que sofreu por uma grande perda, e, quem sabe, mais de uma pessoa terá uma nova chance de ser feliz. Eu amei cada segundo, e, não se esqueça, leve uns lencinhos para o cinema...

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